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Síndrome do pânico: sintomas, tratamentos e causas

A Síndrome do pânico CID (Resumo)

A Síndrome do pânico CID  é um dos transtornos de ansiedade mais comum.  É geralmente diagnosticado em pessoas que experimentam ataques de medo e pânico espontâneas, repentinas e inesperadas.

Os episódios de síndrome do pânico são marcados por crises de ansiedade quase que inexplicáveis, que podem estar associados a sintomas físicos semelhantes ao de um ataque cardíaco. Estima-se que 3% dos brasileiros experimentem pelo 1 episódio por ano.

Os indivíduos com este quadro, em geral, permanecem constantemente preocupados com o medo de um ataque recorrente. Os ataques de pânico ocorrem inesperadamente, às vezes até durante o sono.

 

Sintomas de Síndrome do pânico cid
  • Sensação de perigo iminente.
  • Medo de perder o controle.
  • Medo da morte ou de uma tragédia iminente.
  • Sentimentos de indiferença.
  • Sensação de estar fora da realidade.
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto.
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia.
  • Sudorese.

Tratamento

tratamento para a Síndrome do pânico CID inclui cuidar da doença em si e dos problemas que podem estar associados a ela como, por exemplo, a depressão. Os medicamentos mais utilizados são os antidepressivos e ansiolíticos, associados à psicoterapia.

 

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Síndrome do pânico CID (Conhecimento aprofundado)

Ela afeta mais pessoas do que muita gente imagina. Diferente de ataques únicos de ansiedade e medo, essa síndrome é caracterizada por episódios frequentes de pânico, suor excessivo, sensação de morte, tremores e apertos no coração.

 

A pessoa passa a sentir medo de atividades muito simples, como sair de casa, por exemplo. Você sabe o que fazer para tratar a síndrome do pânico?

 

Nessas condições, quem sofre dos ataques acaba adquirindo medos diversos, que vão desde acender as luzes até viajar de carro. No entanto, é possível vencer a síndrome com o tratamento adequado, aliado a algumas atitudes que podem ajudar a superar as crises mais rapidamente.

 

No post de hoje, você vai conferir algumas dicas para superar essa condição e voltar a viver sem medo. Para saber mais, continue a leitura!

 

1. Reconheça e entenda a síndrome do pânico CID

Reconhecer que você precisa de ajuda é um grande passo para a cura. Ao sentir seu coração disparado em determinadas situações, assim como medo de ir a alguns lugares ou qualquer outro sintoma que você viu acima, preste atenção no contexto.

 

Comece a analisar o que lhe causa medo, em quais situações você se sente vulnerável e se isso afeta seu estado físico. Entender o que desencadeia um ataque de pânico é o primeiro passo para tratar a síndrome.

 

O Transtorno do Pânico, ou Síndrome (conjunto de sintomas) do Pânico, é um quadro de ansiedade acentuado, apresentando os mesmos sintomas da ansiedade, no entanto, de maneira mais intensa.  

 

A sensação de ansiedade generalizada e súbita acontece de forma espontânea. Muitas vezes é também recorrente, manifestando-se com certa frequência.

 

Devido aos sintomas que desencadeia, a pessoa acredita estar diante de um perigo terrível, que vai morrer de asfixia, sofrer um ataque cardíaco ou ter um AVC.

 

Também acredita que irá perder o controle do próprio corpo, dos pensamentos e emoções ou que irá desmaiar ou enlouquecer a qualquer momento.

 

O DSM-V faz distinções entre ataques inesperados (não sinalizados), ataques predispostos situacionalmente e ataques situacionalmente disparados (sinalizados).

 

Os primeiros parecem “vir do nada” e não revelam estar associados com qualquer “gatilho” situacional. São essenciais para um diagnóstico de transtorno do pânico, apesar de ocorrerem em outros transtornos também.

 

Os segundos não ocorrem invariavelmente depois de uma exposição a certas situações ou sinais, apesar de que a presença destes sinais aumenta a probabilidade de um ataque de pânico.

 

Os últimos ocorrem invariavelmente ou imediatamente a partir da exposição a um “gatilho” situacional e são característicos de fobias específicas e sociais.

 

Pesquisas comprovam que a síndrome do pânico atinge duas vezes mais mulheres do que homens; especialmente entre os 18 e 40 anos. Estatísticas mostram que cresce a cada ano o número de pessoas identificadas com o transtorno psicológico dessa síndrome no mundo.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o transtorno Síndrome do pânico CID atinge 4% da população mundial, o que representa aproximadamente 280 milhões de pessoas.

 

Estima-se que cerca de 4% da população brasileira tenha registrado ataques de pânico ao longo da vida, com aproximadamente 1% do total desenvolvendo o transtorno. (OMS, 2017)

 

A síndrome do pânico pode desencadear fobias que, aos poucos, limitam a vida do indivíduo, que vai se isolando do meio de convivência, amigos, familiares, com tendências a se tornar cada vez mais recluso.

 

Vale apontar que a incidência de suicídio aumenta em até três vezes em pessoas com pânico. (KAPCZINSKI, 2004)

Os fatores que dão origem ao pânico são três: genéticos, biológicos e psicossociais.

 

Apesar de não haver uma causa específica capaz de desencadear o transtorno, fatores genéticos e comportamentais, como o estresse, perdas e doenças abruptas e mudanças na forma como o cérebro reage a determinadas situações podem indicar uma predisposição à condição.

 

A Síndrome do Pânico se caracteriza por crises súbitas acompanhadas de medo intenso e irracional de morte iminente, aparentemente sem fatores que justifiquem esse sintoma, porém deixa o indivíduo sentindo-se incapaz.

 

Guerra (2015) assinala que a síndrome do pânico costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:

 

  • Situações de estresse extremo;
  • Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima;
  • Mudanças radicais ocorridas na vida;
  • Histórico de abuso sexual durante a infância;
  • Ter passado por alguma experiência traumática, como um acidente.

A síndrome pode surgir após situações traumáticas vividas por essa pessoa e as crises duram de cinco a vinte minutos e tendem a ser reincidentes, podendo se repetir por várias vezes.

 

Os principais sintomas dessas crises são: ansiedade, palidez, fraqueza, suor intenso, falta de ar, palpitações, tonturas, tremores, desmaio e sensação de morte.

 

Pode haver períodos de melhora espontânea desse transtorno, mas em geral, não desaparecem sem um tratamento eficaz.

 

Existem três tipos de crises iniciais:

  • A crise espontânea, a crise situacional (desencadeada por uma situação específica) e a crise noturna.
  • Após a primeira crise, inicia-se a segunda fase, que é a fase de ansiedade antecipatória, fase do medo de ter outra crise. Uma insegurança crescente, onde não se tem certeza de estar bem para dar conta das atividades mais simples do cotidiano.
  • Em consequência disso, aparece a terceira fase, que é a fase da esquiva agorafóbica, onde a pessoa tem necessidade de estar acompanhada de pessoas que possam socorrê-la. Além de um desejo de ficar apenas em lugares onde se sinta seguro, evitando locais parecidos com o qual teve a primeira crise – já que o cérebro associa lugares e situações ao trauma da primeira crise.

É importante entender que quanto mais interpretarmos situações normais da vida com perigo, mais intensas serão as nossas reações fisiológicas.

 

Compreender o que é o Pânico, assumindo a atitude certa para lidar com a ansiedade e as crises. Reconhecer que o Pânico inicia com um estado de ansiedade que  leva a automatismos no processo de atenção e pensamento.

 

A atenção passa a se deslocar descontroladamente, monitorando o corpo e o ambiente em busca de algo que possa representar perigo.

 

O enfraquecimento da capacidade de controle voluntário da atenção está relacionado à dificuldade de concentração frequentemente relatada por essas pessoas que têm dificuldade de se sentir presente e inteiro no momento atual.

 

2. Conheça os sintomas  e como tratar a síndrome do pânico

Os sintomas da Síndrome do Pânico geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo.

 

O DSM-V(Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais) cita que o ápice das crises de pânico geralmente duram cerca de 10 a 20 minutos, mas pode variar dependendo da pessoa e da intensidade do ataque. Além disso, alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais.

 

É bom ficar atento, pois muitas vezes um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.

 

As crises da Síndrome do pânico CID geralmente manifestam os seguintes sintomas:

  • Sensação de perigo iminente;
  • Medo de perder o controle;
  • Medo da morte ou de uma tragédia iminente;
  • Sentimentos de indiferença;
  • Sensação de estar fora da realidade;
  • Dormência e formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto;
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado e taquicardia;
  • Sudorese;
  • Tremores;
  • Dificuldade para respirar, falta de ar e sufocamento;
  • Hiperventilação;
  • Sensação de precisar ir ao banheiro;
  • Calafrios;
  • Ondas de calor;
  • Náusea;
  • Dor abdominal;
  • Dor no peito e desconforto;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Dificuldade de segurar a cabeça;
  • Desmaio;
  • Sensação de estar com a garganta fechando;
  • Dificuldade para engolir.

Uma complicação frequente é o medo do medo, ou seja, o medo ter outro ataque de pânico. Esse medo pode ser tão grande que a pessoa, muitas vezes, evitará ao extremo, situações em que essas crises poderão ocorrer novamente.

 

Nas crises da Síndrome do pânico CID, as sensações físicas são interpretadas como perigo (morrer de infarto, ter AVC, desmaiar, perder o controle, enlouquecer) e nosso corpo produz mais adrenalina, o que faz com que os sintomas se acentuem ainda mais ao ponto de ocasionar o apavoramento.

 

Os sintomas que mais apavoram são as palpitações (coração acelerado), asfixia ou falta de ar, dor ou pressão no peito, tontura ou sensação de desmaio, visão embaçada, sentimento de estar fora da realidade e não saber onde está, estranheza em relação a si mesmo, dormência ou anestesia sensorial em partes do corpo.

 

Além de calafrios, calorões e boca seca. Ou seja, os mesmos sintomas da ansiedade, no entanto, de maneira mais intensa.

 

As crises serão mais frequentes caso a primeira crise tenha sido muito traumática, pois aquela sensação fica registrada em nosso cérebro, na memória emocional e cada vez que vivemos alguma situação ou sensação parecida o nosso cérebro associa o que está acontecendo com o que já aconteceu, fazendo com que a pessoa produza mais adrenalina pela simples interpretação catastrófica de um estímulo parecido.

 

Apesar de acontecerem crises espontâneas, que surgem subitamente, é importante estar atento ao instante e na forma como elas acontecem. Qual situação desencadeou uma crise? Qual pensamento procura explicar a situação?

 

Não há como prever as crises de pânico. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, parece não haver nada específico capaz de desencadear o ataque. Mas há indícios de que a lembrança de ataques de pânico anteriores possa contribuir e levar a uma nova crise. A causa normalmente advém de estresse ambiental crônico.

 

Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas portadoras da síndrome muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico e pode-se, até mesmo, despertar problemas mais graves, como alcoolismo, depressão e abuso de drogas. 

 

Pessoas que apresentam alguns dos sintomas citados anteriormente precisam procurar ajuda e deixar o preconceito de lado. O tratamento precoce evita consequências como: afastamento, demissões do trabalho, aposentadoria precoce devido à incapacidade funcional, dentre outros problemas.

 

É essencial que a família seja orientada nesse processo de tratamento para que compreenda o comportamento do paciente.

 

Infelizmente, é muito comum os familiares pressionarem a pessoa para superar a crise e, nesse momento, ter muita paciência e apoiar o tratamento é fundamental

 

Tratamento de Síndrome do pânico

O principal objetivo do tratamento da síndrome do pânico é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos. Ambos têm se mostrado bastante eficientes. Dependendo da gravidade, preferência e do histórico do paciente, o médico poderá optar por um deles ou até mesmo por ambos, já que a combinação dos dois tipos de tratamento têm se mostrado ainda mais eficaz do que um ou outro operando isoladamente.

A psicoterapia é geralmente a primeira opção para o tratamento de síndrome do pânico. Existem diversas formas de psicoterapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse transtorno a chamada de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ela poderá ajudar o paciente a entender os ataques de pânico, a como lidar com eles no momento em que acontecerem e como ter uma vida cotidiana normal sem medo de ter um novo ataque.

Já o tratamento à base de medicamentos inclui antidepressivos, como os inibidores seletivos da recaptação da serotonina, como por exemplo a Paroxetina ou citalopran. Benzodiazepinas também podem ser prescritos pelos médicos.

Os sintomas devem reduzir progressivamente em algumas semanas. Se não melhorarem, converse com seu médico. Não suspenda a medicação sem antes consultar seu médico.

Os medicamentos mais usados para o tratamento dos sintomas de síndrome do pânico são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

O tratamento ajuda o paciente a se recuperar da síndrome do pânico, mas algumas medidas auxiliares podem tornar o resultado ainda melhor que o esperado. Veja alguns exemplos:

 

  • Siga à risca o tratamento e as orientações médicas
  • Faça parte de um grupo de apoio e compartilhe suas experiências sobre a síndrome do pânico
  • Evite o consumo exacerbado de cafeína e bebidas alcoólicas
  • Corte as drogas recreativas
  • Pratique exercícios de relaxamento, como alongamentos, yoga, respiração profunda e relaxamento muscular
  • Pratique exercícios físicos regularmente, principalmente atividades aeróbicas
  • Vá dormir cedo e descanse. Horas regulares de sono podem ajudar a controlar o medo e ansiedade.

Especialistas respondem:

 

Complicações possíveis

Síndrome do pânico não tratada pode levar a complicações que podem comprometer seriamente a qualidade de vida social, profissional e de relacionamento. Entre as complicações que podem ser provocadas estão:

  • Desenvolvimento de algumas fobias específicas, como agorafobia
  • Pessoas com síndrome do pânico têm mais probabilidade de ficar desempregadas, ser menos produtivas no trabalho e de ter relações pessoais difíceis, inclusive problemas matrimoniais
  • Depressão
  • Suicídio
  • Alcoolismo e abuso de drogas
  • Problemas financeiros.

A dependência de medicamentos contra ansiedade é uma possível complicação do tratamento. A dependência envolve a necessidade de um medicamento para poder agir normalmente e para evitar sintomas de abstinência. Não é o mesmo que vício.

Síndrome do pânico tem cura?

Os ataques de pânico podem durar muitos anos e ser de difícil tratamento. Algumas pessoas com essa síndrome podem não se curar totalmente com o tratamento. Entretanto, a maioria das pessoas obtém grande melhora com uma combinação de medicamentos e psicoterapia.

Prevenção

Não há formas de prevenir a síndrome do pânico, pois as causas exatas são desconhecidas.

 

Estudos acadêmicos

 

 

https://www.researchgate.net/profile/Ivan_Figueira/publication/26357388_Fobia_social_e_transtorno_de_panico_relacao_temporal_com_dependencia_de_substancias_psicoativas/links/00b4953854908cee96000000.pdf

 

https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=SfwADQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PA5&dq=sindrome+do+panico&ots=Vt9wrf5XVV&sig=Yb1D1elB73zBM6U7nuUa1upphu4#v=onepage&q&f=false

 

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