google-site-verification: googleff0548b35ec7a6b9.html O que é Reiki -Reiki funciona ?-Reiki serve para quê- Reiki na medicina

Reiki o que é?

Reiki é uma um tipo de medicina alternativa que se baseia na canonização da energia interna (o QI) para fins medicinais através da imposição de mãos.

 Entretanto, não há evidência da existência do qi nem de que o Reiki seja eficaz como tratamento para qualquer condição médica, sendo seu efeito indistinguível do placebo.

 Diversas instituições desaconselham o uso de Reiki no tratamento de câncer, mesmo como terapia auxiliar.

Alguns profissionais de saúde alertam para o risco dos pacientes poderem evitar ou atrasar tratamentos para doenças graves, clinicamente comprovados. Apesar dessa falta de comprovação científica de eficácia, o Reiki é disponibilizado em muitos hospitais e clínicas médicas, tendo sido integrado aos serviços de saúde oferecidos pelo governo do Brasil, através SUS, em janeiro de 2017.

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O que significa a palavra Reiki

“Reiki” é uma palavra originada no idioma japonês dividida em dois kanjis, “REI” e “KI”. Portanto, o significado de Reiki é compreendido explicando separadamente cada uma delas.

tudo sobre reiki: significado da palavra

 

“REI”: energia cósmica universal

Durante a iniciação ao Reiki, o indivíduo é religado àquilo que chamamos de “REI”, cujo significado é energia universal, e que pode ser descrita das mais diversas formas: primeira fonte, fonte primordial ou qualquer outra denominação que represente essa criação primária, essa energia vital do universo. O “REI” representa a sabedoria divina.

“KI”: energia vital

O “KI” representa a força vital, o calor e energia irradiados do corpo, seja de um homem ou de um animal, pois esta energia está presente em todos os seres vivos.

É conhecida por diferentes nomes dependendo da cultura, por exemplo, na Rússia chamam de “energia bioplasmática”, na Polinésia de “mana”, na Índia de “prana” e na China de “chi”. Ocorre que, como o Reiki foi descoberto no Japão pelo japonês Mikao Usui, foi utilizada a palavra japonesa “KI”, que significa “força da vida” ou “energia vital”.

 

História do Reiki

O sistema do Reiki foi desenvolvido por Mikao Usui(臼井甕男) em 1922 enquanto praticava Isyu Guo, um treino budista de 21 dias organizado no Monte Kurama Não se sabe quais eram as actividades exigidas a Usui durante o treino, contudo envolviam muito provavelmente meditaçãojejum, cânticos e orações. Alega-se que através de uma revelação mística, Usui ganhou conhecimento e poder espiritual que podia aplicar a outros e que ele apelidou de Reiki e que dizia entrar pelo seu corpo através do seu Chacra Coroa.

Após a morte de Usui, J. Ushida, um aluno de Usui, assumiu o cargo de presidente da a Usui Reiki Ryoho Gakkai. Ele também foi responsável pela criação e montagem de um memorial de pedra junto ao túmulo de Usui. 

Ushida foi sucedido por Iichi Taketomi, Yoshiharu Watanabe, Kimiko Koyama e o sucessor atual para Usui, Kondo, que se tornou presidente em da Sociedade em 1998. Os dezesseis mestres iniciados por Usui incluem Toshihiro Eguchi, Jusaburo Guida, Ilichi Taketomi, Toyoichi Wanami, Yoshihiru Watanabe, Keizo Ogawa, J. Ushida, e Chujiro Hayashi.

 

Antes da morte de Usui, o médico naval japonês Chujiro Hayashi (林忠次郎) explicou a Usui sobre o desenvolvimento de uma forma diferente e muito mais simples de Reiki, e Usui a aprovou. Após a morte de Usui, Hayashi deixou a Usui Reiki Ryoho Gakkai e formou a sua própria clínica, onde aplicou aulas e tratamentos Reiki.

 Hayashi treinou a japonesa-norte-americana Hawayo Takata na aplicação de Reiki e em 1938 ela se tornou Mestra da terapia. Takata fundou várias clínicas de Reiki em todo o Havaí e pode ser considerada a principal difusora do Reiki no Ocidente.

Ensinamentos

Meridianos.

Os ensinamentos do Reiki alegam que este é inesgotável e pode ser usado para produzir um efeito de cura.  Os praticantes alegam que qualquer pessoa pode aceder a esta energia  por intermédio de um processo de sintonização realizado por um mestre de Reiki.

 O Reiki é descrito pelos seus seguidores como uma terapia holística que traz não só cura espiritual, mas também física, mental e emocional.  A crença é que a energia flui através das mãos do emissor para qualquer local que sejam colocadas.  

Para além desta noção acredita-se que esta energia é “inteligente”, o que significa que o Reiki sabe para onde deve dirigir-se para a efetuar a cura, mesmo que as mãos não estejam colocadas no local exato.

Formação

O ensino do Reiki fora do Japão está dividido normalmente em três níveis[50] ou graus. O Reiki tradicional japonês foi ensinado intensamente sob a orientação de Usui, com reuniões semanais de meditação onde o Reiki era aplicado e usado para monitorizar o corpo para obter diagnósticos energéticos;[51] esta prática é conhecida no Japão como Byosen-hō. O Reiki japonês é um tratamento intuitivo e focado, em comparação, por seu lado, o tratamento do Reiki Ocidental pretende tratar geralmente todo o corpo em vez de áreas específicas.

Benefícios do Reiki

em nosso corpo reequilibrando o organismo. Cada um sente o alívio após a utilização da terapia justamente  onde a sua energia está desequilibrada. Como adeptos do Reiki, começamos a nos sentir melhor de corpo e alma. Se tudo está harmonizado e equilibrado, o resultado é um estado de saúde e bem-estar, que é a forma natural de estarmos neste mundo.

Conheça os principais benefícios do Reiki:

  • Acalma e alivia o estresse e ansiedade.
  • Ativa o sistema imunológico (sendo essencial no tratamento de doenças)
  • Auxilia no tratamento para eliminação de vícios (fumo, álcool, drogas) e hábitos indesejáveis
  • Estimula a criatividade, memória e concentração
  • Dá sensação de alívio emocional durante e após a aplicação. O Reiki ajuda no processo de libertação das emoções.
  • Provoca uma sensação de total conforto, relaxamento e paz
  • Possibilita a limpeza e clarificação do campo energético
  • Ajuda no crescimento espiritual
  • Alivia a insônia
  • Alivia fobias e medos
  • Excelente nos períodos pré e pós operatório e também em períodos difíceis da vida (luto, separações, traumas diversos).

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Como funciona o tratamento Reiki

Em um tratamento de Reiki, o paciente sente como se um maravilhoso fluxo de energia positiva passasse através e ao redor de seu corpo. O Reiki trata a pessoa como um todo, incluindo corpo, emoção, mente e espírito.

Seus efeitos benéficos incluem relaxamento, um profundo sentimento de paz, segurança e bem-estar.

Reiki é um método simples, natural e seguro de cura espiritual e melhora que todos podem usar. Pode ser usado também em conjunto com todos os outros tratamentos médicos ou terapêuticos para aliviar efeitos colaterais e promover recuperação mais rápida. Não há nenhuma contraindicação.

Método

Aplicação de Reiki.

O método Usui Reiki Ryōhō usa o olhar, o sopro, o toque e batidas ligeiras. Segundo Frank Arjava Petter, Usui tocava nas partes doentes do corpo, massajava-as e dava-lhes batidas ligeiras, acariciava-as, soprava-lhes, fixava-lhes o olhar durante dois ou três minutos e fornecia-lhes a energia ki, usando uma técnica de cura através da imposição das mãos. É através desta técnica que os utilizadores do Reiki acreditam transferir a energia universal (rei)ki, através das palmas da mão, desta maneira colocando em atividade o sistema auto-curativo proposto pela terapia alternativa.

Como aplicar o Reiki nº 1: faça uma invocação, esfregando as mãos para abrir os canais receptores, e peça que a energia do Reiki se faça presente para a cura da pessoa na qual você irá aplicá-lo (pode ser também um animal, uma planta ou um local específico); você nunca estará desamparado quando for aplicar o Reiki: pense em seus mestres e professores e peça a Deus que eles estejam presentes em espírito para lhe ajudar.

Como aplicar o Reiki nº 2: execute o primeiro chakra, demorando-se um pouco a mais nele, para que seus canais condutores e receptores fiquem totalmente abertos e aptos a fazer a energia Reiki fluir perfeitamente.

Como aplicar o Reiki nº 3: nas demais posições você deverá fazer uma média de dois minutos e meio cada uma, mas não se preocupe em contar o tempo, pois você terá insights de quando o Reiki começar a fluir e também de quando ele for parando em cada um dos chakras.

Como aplicar o Reiki nº 4: em nenhum momento da sessão você deve tirar as duas mãos do paciente, pois romper a conexão energética estabelecida entre vocês poderá causar um choque.

Como aplicar o Reiki nº 5: no Reiki não é necessário tocar na pessoa, mas se você optar pelo toque ele deve ser o mais leve possível, sem pressão e quase imperceptível para o paciente; cabe aqui uma observação: aplicações de Reiki podem ser feitas em qualquer lugar, sempre que necessário.

Como aplicar o Reiki nº 6: quando finalizar o último chakra, junte suas mãos e agradeça a Deus por permitir que você seja um canal de cura através do Reiki; agradeça também aos mestres e professores que você invocou no início da aplicação.

 

Como aplicar o Reiki nº 7: lembre-se também de assoprar as palmas das mãos para se desconectar do paciente, assim você evitará que haja uma empatia entre vocês (qualquer envolvimento emocional com eventuais problemas do paciente).

Como aplicar o Reiki nº 8: o Reiki é uma energia que proporciona uma imensa sensação de paz e relaxamento; em função disso, muitas vezes o paciente acaba adormecendo durante a sessão; você deve despertá-lo com um leve toque e deixar que ele se levante de forma suave e sem pressa.

Como aplicar o Reiki nº 9: dê atenção ao paciente por alguns instantes após a sessão; evite se despedir com pressa, pois ele pode ter a necessidade de desabafar sobre alguma coisa.

VÍDEO DE COMO ATIVAR O CHI

 

PESQUISAS  CIENTÍFICAS SOBRE O REIKI

 

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O Reiki não é reconhecido pela medicina e nem pela ciência. Os benefícios do Reiki nos cuidados de saúde não estão confirmados cientificamente.

 Estudos placebo-controlados sobre o Reiki são difíceis de realizar devido à dificuldade de se definir um placebo viável. Estudos de 2008 e 2011, realizados para investigar seus efeitos em grandes números de pacientes e com grupos controle, concluíram que as evidências são insuficientes para sugerir que Reiki é eficiente para o tratamento de qualquer condição ou doença em humanos. 

Outros estudos mais antigos, envolvendo um número reduzido de pessoas, obtiveram resultados positivos no alivio de dor e redução da ansiedade. Alguns profissionais de cuidados médicos alertam publicamente para o risco dos pacientes evitarem ou atrasarem tratamentos para doenças graves, clinicamente comprovados, e que podem ter sua condição agravada por acreditarem no Reiki.

Em Abril de 2008 foi publicada uma carta de Edzard Ernst (primeiro professor de Medicina Alternativa no mundo) pedindo que a Fundação do Príncipe do País de Gales para a Saúde Integrada retirasse de circulação dois guias que promovem a “Medicina alternativa“, inclusive Reiki. Um porta-voz da Fundação rebateu a carta, dizendo: “Discordamos totalmente da acusação de que a nossa publicação ‘Complementary Healthcare: A Guide’ contém alguma alegação enganosa ou imprecisa sobre os benefícios de terapias complementares, pelo contrário, ela trata as pessoas como adultos e leva uma abordagem responsável, incentivando as pessoas a olharem para fontes confiáveis ​​de informação(…) para que elas possam tomar decisões informadas.

Alguns sites divulgam erroneamente que o Reiki é reconhecida como terapia alternativa complementar pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A OMS nunca reconheceu Reiki oficialmente, como relatado pelo próprio mestre de Reiki que divulgou o suposto reconhecimento.

Investigação científica

O mecanismo proposto para a energia do reiki é hipotético, uma vez que não existem evidências empíricas da existência do “ki” ou “energia vital” usada neste método.

Uma revisão sistemática de ensaios clínicos aleatórios realizada em 2008 para avaliar os fundamentos das evidências do reiki concluiu que não tinha sido demonstrada qualquer eficácia sob qualquer condição.

 De forma geral, a maior parte dos estudos possuía falhas metodológicas, continham amostras muito pequenas, concepção inadequada e relatórios de fraca qualidade, tendo até mesmo os estudos com melhor classificação falhado em controlar por completo o efeito placebo.

 Uma vez que é difícil conceber um placebo realista, torna-se também difícil realizar ensaios placebo-controlados, embora ensaios posteriores com controlo adequado do efeito placebo não tenham mostrado qualquer diferença entre a prática de reiki e o grupo de controle.

Uma revisão feita em 2009 no ‘The Journal of Alternative and Complementary Medicine concluiu que “as graves limitações da metodologia e da documentação nos estudos existentes sobre o reiki não permitem que haja qualquer conclusão sobre a sua eficácia.

Segurança e eficácia

American Cancer Society constatou também que a investigação que envolve o reiki foi mal conduzida, declarando que “as evidências científicas disponíveis atualmente não sustentam as alegações que o reiki possa eventualmente ajudar na cura do câncer ou qualquer outra doença. Uma investigação mais aprofundada poderia ajudar a determinar até que ponto pode melhorar a sensação de bem-estar de um paciente. O National Center for Complementary and Alternative Medicine fez eco desta posição, sublinhando que a existência de campos de energia em terapias de biocampos, como o reiki, “não foram provadas cientificamente.

As preocupações relativas à segurança no reiki são semelhantes às de qualquer outra terapia alternativa cuja eficácia não esteja provada. Alguns médicos e profissionais de saúde acreditam que haja pacientes em condições graves que podem recusar tratamentos clinicamente provados em favor de terapias alternativas não provadas.

 Os terapeutas de reiki devem encorajar os seus clientes a consultar um médico no caso de condições graves, declarando que o reiki deve ser apenas usado para complementar a medicina convencional. No entanto, os ensaios clínicos não documentaram nenhum efeito secundário significativo no uso de reiki.

William T. Jarvis, do The National Council Against Health Fraud, indica que “não há qualquer evidência que os efeitos clínicos do reiki se devam a qualquer outro fator para além da sugestão” ou do efeito placebo.