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HERPES , HERPES LABIAL , HERPES GENITAL ,HERPES TRATAMENTO

 HERPES (RESUMO)

HERPES , HERPES LABIAL , HERPES GENITAL ,HERPES TRATAMENTO

Um vírus que causa feridas contagiosas, na maioria das vezes ao redor da boca ou nos órgãos genitais.
Tipos mais comuns
  • Herpes genital

    Infecção comum sexualmente transmissível caracterizada por dor e feridas genitais.
  • Herpes labial

    Infecção pelo vírus herpes simplex próxima à borda dos lábios.

    SINTOMAS

  • Dores e irritação que surgem de dois a dez dias após o contágio.
  • Manchas vermelhas e pequenas bolhas esbranquiçadas que costumam surgir dias após a infecção.
  • Úlceras na região dos genitais, que podem até mesmo sangrar e causar dor ao urinar.
  • Cascas que se formam quando as úlceras cicatrizam.

TRATAMENTO

Ainda não há cura para herpes genital, mas o tratamento pode ajudar a evitar a recorrência da doença e impedir que ela cause complicações mais graves e que se espalhe pelo corpo. Acompanhamento médico pode, também, agir para amenizar os sintomas e para não transmitir herpes para outras pessoas.

O tratamento é feito basicamente por meio de medicamentos antivirais, que aliviam a dor e o desconforto causados durante uma crise, curando as lesões com maior rapidez.

Para crises recorrentes, comece a tomar o medicamento assim que o formigamento, a queimação ou a coceira começar, ou assim que você notar o aparecimento de bolhas.

 

 HERPES CONHECIMENTO DETALHADO

Herpes é uma doença causada por dois tipos de vírus: o Vírus Varicela-Zóster (VVZ), que causa catapora (varicela) e também o popularmente conhecido cobreiro (herpes zóster) e os herpesvírus tipo 1 e tipo 2, que causam o chamado herpes simplex.

O herpes simplex é uma infecção viral comum, para a qual 99% da população adulta já adquiriu imunidade na infância e na adolescência, tendo infecção subclínica (assintomática) ou um único episódio, obtendo resistência ao vírus para toda a vida.

Existem oito diferentes vírus da família herpes que podem causar doenças em humanos. Entre eles, os herpes tipo 1, 2 e 3 provocam quadros semelhantes de lesões de pele que podem reaparecer após um período variável de ausência de sintomas.

O herpes tipo 1 é responsável pelo quadro de herpes labial, que se caracteriza por vermelhidão, ardor e pequenas bolhas preenchidas com líquido claro, comumente na região do lábio ou na parte interna da boca. Geralmente, o primeiro contato com o vírus ocorre durante a infância, por secreções orais originadas de tosse e espirro. Em seguida, o vírus se aloja em um neurônio e lá pode permanecer durante toda a vida do indivíduo sem causar qualquer sintoma, em um estado que chamamos de latência. Entretanto, ele pode reativar e voltar a provocar sintomas, principalmente em casos de queda da imunidade.

O herpes tipo 2, por outro lado, é o principal responsável pelo quadro de herpes genital. Observamos também vermelhidão, ardor e pequenas bolhas com líquido claro na região da vulvapênis ou ânus, ou ainda em regiões como nádegas e virilha. Em geral, o primeiro contato com o vírus ocorre na adolescência ou início da vida adulta e as lesões podem ser intensas a ponto de provocar ardor para urinar e desconforto que impede as relações sexuais. Além disso, a presença de lesões pelo herpes tipo 2 aumenta o risco de contágio por outras infecções sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV (vírus causador da aids).

Depois do primeiro contato, algumas pessoas apresentam repetidos quadros de herpes, o que caracteriza o herpes genital recorrente. Há inclusive quem relate desencadeantes bem identificados para essa manifestação, tais como exposição ao sol, estresse, período perimenstrual etc

Sintomas de Herpes genital

Muitas vezes, as pessoas não sabem que foram infectadas com os vírus do herpes genital, porque é comum que a doença não manifeste sinais ou sintomas. Mas pode acontecer de a pessoa presenciar alguns sintomas característicos:

Dores e irritação que surgem de dois a dez dias após o contágio.

  • Manchas vermelhas e pequenas bolhas esbranquiçadas que costumam surgir dias após a infecção.
  • Úlceras na região dos genitais, que podem até mesmo sangrar e causar dor ao urinar.
  • Cascas que se formam quando as úlceras cicatrizam.

Nos primeiros dias após o contágio, a pessoa infectada pode apresentar sintomas muito parecidos com os da gripe:

As feridas características do herpes genital surgem imediatamente quando o vírus entra no organismo. Você pode espalhar a ferida tocando-a e, depois, passando as mãos por outras partes do corpo.

Herpes genital pode causar feridas no pênis, saco escrotal, coxas e na uretra, bem como na vagina, vulva e colo do útero. Feridas também podem aparecer nas nádegas, boca e no ânus.

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Outros sintomas que podem surgir:

  • Linfonodos aumentados e sensíveis na virilha durante uma crise
  • Dor ao urinar
  • As mulheres podem ter corrimento vaginal ou, ocasionalmente, não podem esvaziar a bexiga e precisam de um cateter urinário.

Uma segunda crise pode aparecer semanas ou meses depois da primeira. Essa crise é quase sempre menos grave e de menor duração que a primeira. Com o tempo, o número de crises pode diminuir.

Uma vez que uma pessoa é infectada, no entanto, o vírus se esconde nas células nervosas e permanece no corpo. O vírus pode permanecer “dormente” (adormecido) por um longo período (chamado de latência).

A infecção pode se reativar ou piorar a qualquer momento. As situações que podem ativar infecções latentes e iniciar uma crise incluem:

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Os ataques podem acontecer com pouca frequência, como uma vez por ano, ou com tanta frequência que os sintomas parecem ser contínuos. As infecções recorrentes em homens normalmente são mais moderadas e duram menos que nas mulheres.

Buscando ajuda médica

Procure um especialista imediatamente após notar a presença de feridas na região genital, que pode ser um urologista ou ginecologista.

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar são:

  • Clínico geral
  • Urologista
  • Ginecologista

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Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Você costuma usar preservativos em suas relações sexuais?
  • Você já foi diagnosticado alguma vez com outra doença sexualmente transmissível?
  • Que medicamentos você está tomando?
  • Você sente dores pélvicas e ardor ao urinar?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para gordura no fígado, algumas perguntas básicas incluem:

  • Devo realizar exames para detectar outras doenças sexualmente transmissíveis?
  • Meu parceiro ou parceira também deve fazer esses exames?
  • Devo evitar manter relações sexuais enquanto estiver em tratamento?
  • Como posso fazer para evitar que meu parceiro ou parceira também seja infectado?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Herpes genital

Se o diagnóstico para herpes genital for positivo, converse imediatamente com seu parceiro ou parceira, para que ele ou ela possa realizar os exames também. Quanto antes começar o tratamento, melhor. (4)

Exames

Um exame físico muitas vezes pode bastar para o diagnóstico. Mas o médico pode optar também por realizar alguns exames para certificar-se de que acertará no diagnóstico, como:

– Cultura de vírus: neste procedimento, o especialista coletará uma amostra da ferida causada por herpes e levará para análise de laboratório.

– Exame de reação de polimerase em cadeia: conhecido como PCR, por causa da sigla em inglês, este exame faz um esboço do DNA do paciente por meio da análise de uma pequena amostra da ferida presente na genitália. A partir deste DNA, o médico poderá dizer se há presença de vírus causador do herpes ou não.

– Exame de sangue: os resultados deste exame mostraram se há presença ou não de anticorpos contra os vírus do herpes genital, indicando se houve infecção no passado.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Herpes genital

Ainda não há cura para herpes genital, mas o tratamento pode ajudar a evitar a recorrência da doença e impedir que ela cause complicações mais graves e que se espalhe pelo corpo. Acompanhamento médico pode, também, agir para amenizar os sintomas e para não transmitir herpes para outras pessoas.

O tratamento é feito basicamente por meio de medicamentos antivirais, que aliviam a dor e o desconforto causados durante uma crise, curando as lesões com maior rapidez.

Para crises recorrentes, comece a tomar o medicamento assim que o formigamento, a queimação ou a coceira começar, ou assim que você notar o aparecimento de bolhas.

As pessoas que têm muitas crises podem tomar esses medicamentos diariamente durante um tempo. Isso pode ajudar a evitar crises e a diminuir sua duração. Isso pode diminuir a chance de transmitir herpes para outra pessoa.

Mulheres grávidas podem receber tratamento contra herpes durante o último mês de gestação para diminuir as chances de ter uma crise no momento do parto. Se houver uma crise no momento do parto, será recomendada uma cesariana para diminuir a possibilidade de infecção do bebê.

Os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos contra herpes incluem:

Medicamentos para Herpes genital

Os medicamentos mais usados para o tratamento de herpes genital são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Remédios caseiros

De acordo com o infectologista Claudio Gonsalez, as práticas caseiras para o tratamento da herpes não são consideradas dentro da medicina convencional, isso porque não possuem comprovação de serem seguras. No entanto, o especialista indica que existem práticas caseiras podem sim contribuir para o alívio da dor, porém é necessário aprovação do médico.

Entre os remédios caseiros para herpes genital mais indicados popularmente, estão o extrato de própolis, alho, óleo de rícino e chá de camomila.

Herpes genital tem cura?

Ainda não há cura para herpes genital, mas o tratamento pode ajudar a evitar a recorrência da doença e impedir que ela cause complicações mais graves e que se espalhe pelo corpo. Acompanhamento médico pode, também, agir para amenizar os sintomas e para não transmitir herpes para outras pessoas.

Complicações possíveis

Herpes genital não tratada pode acarretar em problemas mais graves, a exemplo de:

  • Infecção de recém-nascidos por meio do contato do bebê com o vírus durante o trabalho de parto. O contágio de herpes por bebês recém-nascidos pode resultar em danos cerebrais, cegueira e pode levar até mesmo à morte em casos mais severos
  • Problemas de bexiga, resultantes da presença de feridas na região da uretra, obstruindo-a e impedindo a saída da urina. Nesses casos, é necessário o uso de um cateter para fazer a drenagem da bexiga
  • Meningite está entre as possíveis complicações do herpes genital, causada pela inflamação das membranas e do líquido cefalorraquidiano presente no sistema nervoso
  • Outro problema que pode ser causado é a retite – inflamação do reto, provocada muitas vezes por sexo anal.

Algumas pessoas podem desenvolver infecções muito graves por herpes que abrangem cérebro, olhos, esôfago, fígado, medula espinhal ou pulmões. Essas complicações normalmente se desenvolvem em pessoas com um sistema imunológico enfraquecido, como aquelas que estão passando por quimioterapia, radioterapia ou que tomam doses altas de cortisona.

Convivendo/ Prognóstico

Uma vez que você é infectado, o vírus permanece em seu corpo para o resto da vida. Algumas pessoas têm somente uma crise, e outras têm crises frequentes.

Na maioria delas, não há um desencadeador óbvio. No entanto, muitas pessoas acreditam que os ataques de herpes genital acontecem com as seguintes condições:

  • Fadiga
  • Doenças gerais (de doenças leves a condições sérias, como operações, ataques cardíacos e pneumonia)
  • Imunossupressão devido à Aids ou a medicamentos como quimioterapia ou esteroides
  • Menstruação
  • Estresse físico ou emocional
  • Trauma na área afetada, inclusive atividade sexual.

Em pessoas com um sistema imunológico normal, o herpes genital permanece como uma infecção localizada e incômoda, mas raramente provoca risco de vida.

Alguns cuidados básicos, ainda, podem ajudar o paciente a lidar melhor com a doença, curar as lesões mais rapidamente e impedir sua recorrência, como:

  • Não use meias-calças, roupas íntimas ou calças de nylon ou de outros materiais sintéticos. Em vez disso, use roupas de algodão confortáveis
  • Recomenda-se lavar a região suavemente com água e sabonete neutro
  • Tomar banhos mornos pode aliviar a dor (depois do banho, mantenha as bolhas secas).

Prevenção

A melhor forma de se prevenir herpes genital e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é fazendo uso de preservativos durante atos sexuais. A única forma 100% garantida de não se contrair nenhum tipo de DST é não manter relações sexuais, então quanto mais cuidado tiver durante o ato, melhor.

Na gravidez, se a mãe for diagnosticada com herpes genital, o médico recomendará o uso de medicamentos antivirais para evitar que o bebê contraia a doença durante o parto. Em último caso, a cesariana pode ser considerada também como uma opção.

Ainda posso fazer sexo se tiver herpes?

Se você tem herpes, você deve conversar com seu(s) parceiro(s) sexual(is) e deixar ele saber que você faz e o risco envolvido. O uso de preservativos pode ajudar a reduzir esse risco, mas não vai se livrar completamente do risco. Ter feridas ou outros sintomas do herpes podem aumentar seu risco de propagação da doença. Mesmo que não tenha sintomas, você ainda pode infectar seus parceiros sexuais.

Se seu parceiro ou parceira estiver infectado com herpes, é melhor evitar qualquer tipo de contato sexual até que a doença esteja sob controle. (5)