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Figado Gorduroso

Resumo

Fígado gorduroso, também conhecido como esteatose hepática ou doença hepática gordurosa é uma condição reversível na qual grandes quantidades de triglicéridos(um tipo comum de gordura) acumulam anormalmente nas células do fígado (hepatócito) formando grandes vesículas (vacúolos).

É Muito comum:
-Casos por ano: mais de 2 milhões (Brasil)
-O tratamento pode ajudar, mas essa doença não tem cura
-Requer um diagnóstico médico
-Sempre requer exames laboratoriais ou de imagem
-Crônico: pode durar anos ou a vida inteira
Os principais fatores de risco incluem a obesidade e o diabetes tipo 2, embora também esteja associada ao consumo excessivo de álcool.
Geralmente, não causa sintomas. Quando ocorrem, os sintomas incluem fadiga, perda de peso e dor abdominal.
O tratamento envolve a redução dos fatores de risco, como a obesidade, por meio de um programa de dieta e exercício. Em geral, é uma doença benigna, mas, em uma minoria de pacientes, pode evoluir para insuficiência hepática (cirrose).

Figado gorduroso sintomas

-Requer um diagnóstico médico
-Geralmente, não causa sintomas. Quando ocorrem, os sintomas incluem fadiga, perda de peso e dor abdominal.
  Esta doença normalmente não tem sintomas

Tratamento

A própria pessoa pode se tratar
O tratamento envolve a redução dos fatores de risco, como a obesidade, por meio de um programa de dieta e exercício. Em geral, é uma doença benigna, mas, em uma minoria de pacientes, pode evoluir para insuficiência hepática (cirrose).

como eliminar gordura no fígado esteatose hepática

Gordura no fígado (esteatose hepática) conhecimento aprofundado

Quando a gordura passa a se acumular no órgão é sinal de que algo não vai bem com o corpo. O fígado gorduroso (ou esteatose hepática) é mais comum em pessoas que têm sobrepeso, obesidade, ou a Síndrome Metabólica (conjunto de doenças como colesterol e triglicérides alterados, diabetes ou pressão alta, que aumentam os riscos de doenças cardíacas). O consumo excessivo de álcool também pode causar a doença.

O aumento de gordura dentro dos hepatócitos, constante e por tempo prolongado, pode provocar uma inflamação capaz de evoluir para quadros graves de hepatite gordurosa, cirrose hepática e até câncer. Nesses casos, o fígado não só aumenta de tamanho, como adquire um aspecto amarelado.

Também conhecida por doença hepática gordurosa, gordura no fígado ou fígado gorduroso, a esteatose hepática é uma condição cada dia mais comum, que pode manifestar-se também na infância e atinge mais as mulheres. A estimativa é que 30% da população apresentem o problema e que aproximadamente metade dos portadores possa evoluir para formas mais graves da doença.

 

  • Figado gorduroso Grau 1 ou leve: quando há pequeno acúmulo de gordura

  • Figado gorduroso Grau 2: quando há um acúmulo moderado de gordura no fígado

  • Figado gorduroso Grau 3: quando ocorre grande acúmulo de gordura no fígado.

Essa graduação não é muito precisa, pois a avaliação é subjetiva, depende do equipamento e da experiência do médico que faz o exame, mas ajuda na avaliação da intensidade da gordura e no seguimento, para verificar se houve melhora com o tratamento. Não é possível diferenciar casos de esteatose da esteato-hepatite, nem das outras causas de hepatite pelos exames de imagem. Na ultrassonografia consegue-se ver bem a gordura, mas ela não possui sensibilidade suficiente para se descartar ou confirmar a presença de inflamação no fígado, nem saber o grau de lesão do fígado.

Quando o ultrassom ou tomografia mostram esteatose é preciso fazer exames complementares para avaliar a presença de inflamação e identificar a causa da esteatose, devem ser pesquisados distúrbios metabólicos, como obesidade, intolerância à glicose, níveis elevados de colesterol ou triglicerídeos, assim como avaliar o consumo de álcool. Outras etiologias para doença hepática devem ser excluídas quando se avalia um paciente com suspeita de esteatose, como hepatite viral, uso de medicamentos.

Causas

A Gordura no fígado podem se classificadas em alcoólicas (provocadas pelo consumo muito grande  de álcool) e não alcoólicas.

Peso excessivo, diabetes, má alimentação, perda brusca de peso, gravidez, cirurgias e sedentarismo são fatores de risco para o aparecimento da esteatose hepática gordurosa não alcoólica. Há evidências de que a síndrome metabólica (pressão alta, resistência à insulina, níveis elevados de colesterol e triglicérides) e a obesidade abdominal estão diretamente associadas ao excesso de células gordurosas no fígado.

Num número bem menor de casos, pessoas magras, abstêmias, sem alterações de colesterol e glicemia, podem desenvolver quadros de esteatose hepática gordurosa.

Os 8 principais sintomas do Figado gorduroso

 

  1.  Perda de apetite?
  2.  Dor do lado superior direito da barriga?
  3.  Barriga inchada?
  4.  Fezes esbranquiçadas?
  5.  Cansaço frequente?
  6.  Dor de cabeça constante?
  7.  Enjoo e vômito?
  8.  Cor amarelada nos olhos e na pele?

 

Diagnostico 

Constantemente, nas fases iniciais, o diagnóstico do fígado gorduroso não alcoólica é feito por meio de exames de rotina laboratoriais ou de imagem. Uma vez detectada a alteração, é indispensável estabelecer o diagnóstico diferencial com outras hepatites, ou doenças autoimunes e genéticas, ou pelo uso de drogas, uma vez que a enfermidade não apresenta um quadro clínico característico.

Surgindo a suspeita, porém, o importante é levantar a história do paciente que deve passar por minucioso exame físico e submeter-se a exames de sangue para medir os níveis das enzimas hepáticas. Embora a ultrassonografia, a tomografia e a ressonância magnética sejam muito úteis

para avaliar possíveis alterações no fígado, há casos em que a confirmação do diagnóstico depende de biopsia. Entre todos, porém, o exame mais importante para diagnóstico da enfermidade é a elastografia transitória, um método não invasivo e indolor que mede a elasticidade do tecido hepático e a quantidade de gordura acumulada no fígado.

 

Tratamento

Ajustes no estilo de vida são a melhor forma de evitar e tratar essa condição que não para de crescer. Nos tópicos abaixo, explicamos as atitudes que deixam o fígado magrinho e saudável.

1) A dieta

Não tem como fugir: o primeiro passo para salvar o fígado é se livrar do peso extra e da gordura que se acumula na barriga. Mas fique calmo que ninguém vai recomendar um emagrecimento drástico — o caminho é justamente o contrário. Uma revisão de estudos assinada por experts do Hospital Universitário de Tübingen, na Alemanha, e recém-publicada no prestigiado periódico The Lancet concluiu que cortar 5% do peso já reduz em 30% o volume de gordura na glândula.

 

Convenhamos: não é nada do outro mundo! Um cidadão com 90 quilos precisaria enxugar apenas 4,5 quilos para começar a desfrutar das benesses. “Mas o ideal mesmo é perder 10% do peso em um período de seis meses”.

O período mencionado pela médica tem sua razão de ser. Isso porque diminuir as medidas com muita rapidez é até perigoso para o fígado. “Dietas da moda e planos mirabolantes podem agravar um processo de inflamação no local”, alerta a nutricionista Wilza Peres, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

E quais mudanças à mesa são mais indicadas? A chave não está em vilanizar um ingrediente ou outro, mas, sim, apostar numa alimentação variada, com a participação de boas fontes de carboidratos e gorduras.

 

Outro assunto que ganhou os holofotes recentemente foi o papel da microbiota do intestino nessa história. Experimentos revelam que a estabilidade das bactérias que moram no sistema digestivo é fundamental para uma boa saúde hepática.

 

“E alimentos ricos em fibras prebióticas e princípios bioativos anti-inflamatórios, como frutaslegumes e verduras, ajudam a manter a integridade da mucosa intestinal

 

O período mencionado pela médica tem sua razão de ser. Isso porque diminuir as medidas com muita rapidez é até perigoso para o fígado. “Dietas da moda e planos mirabolantes podem agravar um processo de inflamação no local”, alerta a nutricionista Wilza Peres, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

E quais mudanças à mesa são mais indicadas? A chave não está em vilanizar um ingrediente ou outro, mas, sim, apostar numa alimentação variada, com a participação de boas fontes de carboidratos e gorduras.

 

Outro assunto que ganhou os holofotes recentemente foi o papel da microbiota do intestino nessa história. Experimentos revelam que a estabilidade das bactérias que moram no sistema digestivo é fundamental para uma boa saúde hepática.

 

“E alimentos ricos em fibras prebióticas e princípios bioativos anti-inflamatórios, como frutaslegumes e verduras, ajudam a manter a integridade da mucosa intestinal e equilibrar essa comunidade de micro-organismos”, aponta a nutricionista Rosângela Passos, da Universidade Federal da Bahia.

 

Carboidratos: Priorize aqueles que são integrais. Raízes, caso da mandioca e do inhame, são uma boa pedida. Os carboidratos simples, como o pão branco e a batata, pedem moderação.

 

Gorduras: As poli-insaturadas, presentes no abacate, nas castanhas e nos peixes, são bem-vindas. Enquanto isso, atenção com a versão saturada, de queijos amarelos e carnes vermelhas.

 

Probióticos: Iogurtes e leites fermentados cheios de bactérias do bem mantêm o equilíbrio da microbiota intestinal, que está relacionada a um funcionamento correto do fígado.

 

Frutose: Saíram notícias por aí dizendo que o açúcar das frutas era o vilão por trás da esteatose. Calma lá: esses alimentos são ricos em fibras e, numa dieta diversificada, só trazem benefícios.

 

Álcool: Melhor pegar leve. Por mais que as bebidas não sejam diretamente culpadas pelo estoque de gordura nessa região, elas podem causar prejuízos adicionais.

 

2) Atividade física

“Não adianta só mudar a alimentação. O emagrecimento será mais preponderante se aliado a exercícios”, garante a hepatologista Maria Lucia Gomes Ferraz, da Universidade Federal de São Paulo. Muito além de acelerar a perda de peso, fazer um esporte com regularidade traz ganhos diretos ao fígado.

Um estudo realizado na Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, atesta que mexer o corpo traz três vantagens principais: aliviar a resistência à insulina, aumentar a queima de triglicérides estocados e prevenir danos aos hepatócitos, o primeiro capítulo no desenvolvimento de cirrose e câncer. “Em resumo, trata-se de uma estratégia terapêutica comprovada para melhorar a esteatose”, escrevem os autores americanos.

Esses efeitos não se limitam somente ao momento do suadouro. “Após a atividade física, para repor o estoque de energia dentro dos músculos, é preciso usar o excedente guardado no fígado”, destrincha a professora de educação física Carla Giuliano Montenegro, do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

Mas será que existe alguma modalidade que potencializaria todas essas vantagens? “Por muito tempo se acreditou que os exercícios aeróbicos, como caminhadacorrida e ciclismo, eram os mais indicados. Hoje sabemos que os treinos de força, caso da musculação, também são importantes”, ensina Carla. Cumprir a meta da Organização Mundial da Saúde de fazer 150 minutos de exercícios durante a semana já é suficiente.

Mas nada de exageros, estamos combinados? A intensidade varia entre leve e moderada. Em termos práticos, isso significa conseguir falar um pouco sem perder totalmente o fôlego nas práticas aeróbicas e, no fortalecimento da musculatura, fazer de oito a 12 repetições nos movimentos — sempre com a orientação de um professor.

O efeito dos exercícios

Aeróbicos: Caminhada, corrida, natação e bicicleta são ótimas maneiras de aplacar o excesso de peso — passo fundamental na luta contra a esteatose.

Resistência: Trabalhar os músculos na academia melhora a resistência à insulina e movimenta o estoque de gordura acumulada lá no fígado.

 

3) O tratamento para gordura no fígado com remédios

Ainda não inventaram um comprimido ou uma injeção capazes de frear a esteatose hepática. Isso não quer dizer, porém, que alguns remédios não possam ser prescritos.

As duas opções mais utilizadas são a vitamina E, suplemento de ação antioxidante, e a pioglitazona, que diminui as taxas de açúcar. “Além disso, é importante realizar o tratamento de outras condições comuns nesses pacientes, como o diabetes, a hipertensão e o colesterol elevado”, ressalta a hepatologista Tarsila Ribeiro, da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

A decisão de iniciar qualquer terapia medicamentosa deve sempre partir do profissional de saúde, que vai determinar a dosagem e o tempo de uso. Aliás, a falta de alternativas nas drogarias faz com que centros de pesquisa e laboratórios farmacêuticos invistam pesado nessa área.

Um registro global de ensaios clínicos mantido pelo Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, existem 258 testes de novos fármacos contra a esteatose acontecendo neste exato momento. Alguns deles agem na resistência à insulina, um dos fatores que dão início ao quadro, enquanto outros atuam diretamente nos hepatócitos.

Pelo menos nas fases primárias de estudo, as substâncias candidatas conseguiram estancar a evolução do problema. “Esperamos que novidades sejam lançadas nos próximos cinco anos”, estima o médico Paulo Lisboa Bittencourt, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

Agora, mesmo a pílula mais moderna nunca vai substituir um estilo de vida saudável. O fígado sabe bem disso.

 

Tratamentos disponíveis — e os que podem ser aprovados em breve

Pioglitazona: Baixa a quantidade de açúcar na circulação.

Vitamina E: Administrada por meio de cápsulas, tem efeito antioxidante.

Vitamina D: Há indícios de que a suplementação traria algumas melhoras.

Empaglifozina: Também retira um monte de glicose do organismo.

 

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