google-site-verification: googleff0548b35ec7a6b9.html Diabetes gestacional tratamento - taxa de glicose para ser diabets gestacional

DIABETES GESTACIONAL O QUE FAZER?

 

Resumo Diabetes gestacional tratamento

 

Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose(açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo. Diabetes gestacional tratamento não é tão complicado

 

 É muito comum
Casos por ano: mais de 150 mil (Brasil)
-O tratamento é feito com auxílio médico
-Requer um diagnóstico médico
-Sempre requer exames laboratoriais ou de imagem
Médio prazo: resolve-se em questão de meses
Pessoas que desenvolvem diabetes gestacional correm maior risco de desenvolver diabetes do tipo 2 posteriormente.
Na maioria dos casos, não há nenhum sintoma. Um exame de glicemia durante a gestação é usado para o diagnóstico.
As estratégias de tratamento incluem monitoramento diário de glicemia, uma dieta saudável, exercícios físicos e observação do bebê. Se a glicemia estiver muito elevada, será necessário utilizar medicamentos.

Sintomas

Requer um diagnóstico médico
Na maioria dos casos, não há nenhum sintoma. Um exame de glicemia durante a gestação é usado para o diagnóstico.
O tratamento é feito por meio de modificações nos hábitos alimentares
As estratégias de tratamento incluem monitoramento diário de glicemia, uma dieta saudável, exercícios físicos e observação do bebê. Se a glicemia estiver muito elevada, será necessário utilizar medicamentos.
-Medicamentos
-Especialistas

Diabetes gestacional conhecimento aprofundado

 

É lá pelo sexto mês de gravidez que algumas mulheres recebem o resultado do exame de glicemia mostrando que estão com açúcar demais no sangue. Esse sobressalto caracteriza o diabetes gestacional. No último trimestre da gravidez, a mãe tende a comer mais, afinal, acha que precisa alimentar o filho que cresce em seu ventre.

A insulina, hormônio responsável por levar o açúcar da comida para dentro da célula, tem seu desempenho atrapalhado por substâncias liberadas pela placenta. Aí, sobra glicose na circulação, mesmo que o pâncreas — glândula que fabrica a tal da insulina — trabalhe a todo vapor. Tem outra coisa: com as transformações pelas quais o corpo da mulher passa para aninhar o bebê, ninguém estranha o aumento das idas ao banheiro para fazer xixi, cansaço, mudanças no padrão da fome… Esses sinais são tão comuns em qualquer gestação que ninguém pensa, de cara, que também podem indicar um diabetes. Tudo se confunde.

Este tipo de diabetes só aparece durante a gravidez, é a chamada diabetes gestacional e tende a desaparecer logo depois da gestação. Pode ocorrer quando alguns dos hormônios gerados durante a gravidez interferem na utilização de insulina por parte do corpo. Na maioria dos casos, ocorre durante a segunda metade da gravidez, quando a maioria dos órgãos do bebê já está formada, motivo pelo qual não há sérios riscos para a sua saúde. No entanto, se o seu corpo passar muita glicose ao bebê por meio da placenta, causará um desnecessário aumento de peso no bebê, o que pode complicar o parto ou provocar um parto prematuro. Ter tido diabetes gestacional significa uma maior probabilidade de tê-la novamente em futuras gestações.

Sintomas mais frequentes

Os sintomas mais frequentes de diabetes são mais fome e sede, vontade de urinar frequentemente, infecções vaginais e aumento da pressão arterial. No entanto, muitas vezes estes sintomas não são muito notórios, o que torna as visitas do pré-natal a forma mais segura de detectá-la. Os níveis de açúcar serão controlados por meio de exames de urina e sangue.

A diabetes gestacional, quando cuidada, ocasiona poucos problemas e muitas vezes é possível controlá-la por meio de uma dieta saudável e exercícios, sem a necessidade de medicamentos. Geralmente, o tratamento se limita a uma dieta restrita no consumo de hidratos de carbono, porém, em alguns casos, o obstetra indicará injeções de insulina.

Fatores que indicam um maior risco de contraí-la

  • Ter mais 35 anos
  • Ter histórico familiar de diabetes
  • Já ter tido diabetes gestacional ou ser de origem asiática ou afro-caribenha

 

Diabetes gestacional valores

Rastreio e diagnóstico

No primeiro trimestre: coletar glicemia de jejum

– Se < 92 mg/dl = Exame normal a recomendação é realizar o TOTG entre 24 e 28 semanas.

– Entre 92 mg/dl e 126 mg/dl = DMG.

– Se >126 mg/dl = diabetes prévio diagnosticado na gestação.

Todos esses exames devem ser repetidos e confirmados caso glicemia seja > ou igual a 92 mg/dl.

No segundo trimestre: Realizar teste de tolerância oral a glicose (TOTG) com 75g de glicose:

Esse exame deve ser realizado entre 24 e 28 semanas de idade gestacional, não precisa ser repetido. Se um valor estiver na faixa descrita abaixo, temos o diagnóstico de DMG:

– Jejum > ou igual a 92 mg/dl.

– 1 hora após > ou igual a 180 mg/dl.

– 2 horas após > ou igual a 153 mg/dl.

 

Sinais e sintomas

– Sede constante

– Vontade frequente de urinar

– Cansaço

Fatores de risco

– Gestação em idade mais avançada

– Ganho de peso excessivo na gravidez

– Pressão alta

– Triglicérides alto

– Colesterol alto

– Sobrepeso ou obesidade

– Síndrome dos ovários policísticos

– Histórico familiar de diabetes

– Gravidez de gêmeos

– Diabetes em gestações anteriores

 

A prevenção

Como o ganho de peso excessivo é um dos responsáveis pelo distúrbio, adotar uma dieta equilibrada e fazer exercício físico são estratégias recomendadas para manter os níveis da glicose sob controle. Isso, aliás, também vale para evitar o diabetes tipo 2.

 

O diagnóstico

O obstetra, médico que acompanha a gravidez, levanta o histórico familiar e se informa sobre a rotina e o peso da mulher. Testes realizados no pré-natal também checam as taxas de colesterol, triglicérides e glicemia de jejum.

 

Qualquer alteração nos resultados das avaliações acende o sinal de alerta para o diabetes gestacional. Exames de ultrassom também são importantes: sinais como feto maior que o esperado e alteração do volume do líquido amniótico são indicativos de problemas.

 

Por volta da 24ª semana de gravidez, o médico costuma solicitar o teste oral de tolerância à glicose, também conhecido como curva glicêmica. Nele, a gestante bebe uma solução açucarada e são colhidas amostras de seu sangue a cada hora.

 

Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar mais rigor na interpretação desse exame. Antes, o diabetes era diagnosticado se o resultado fosse igual ou maior a 95 miligramas por decilitro (mg/dl). Agora, a grávida já está oficialmente com o distúrbio se o nível for igual ou superior a 92 mg/dl.

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O tratamento

O diabetes gestacional exige um acompanhamento específico, com avaliações regulares da curva glicêmica. Para manter as taxas de açúcar em ordem, o médico recomenda atenção extra à dieta.

As refeições devem ser fracionadas ao longo do dia e as pacientes precisam maneirar na gordura. Frutas, verduras, legumes e alimentos integrais devem ser presença constante no cardápio delas. Se não existir contraindicação do obstetra, exercícios físicos moderados são aliados para domar a encrenca.

Caso os níveis de glicose continuem subindo — mesmo diante de tantos cuidados — o médico pode indicar injeções de insulina para equilibrar a produção de hormônios e aliviar o pâncreas. De forma geral, o problema acaba logo após o parto.

Porém, essa encrenca aumenta o risco de mulheres desenvolverem o diabetes tipo 2 com o tempo. Se você apresentou altas taxas de glicemia na gestação, fique atenta!

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